Os olhares se refletem no vasto, na
vaguidão.
Nas sombras se perdem em vaga
confusão...
E os passos se apertam procurando por
perto
Um rumo certo para então se
encontrar...
E agora sem saber, como, pois,
responder:
Como saber quem sou eu, e quem é você,
Quem está ao nosso lado, pra poder
ajudar?
Como saber quem é o tolo, quem é o
esperto?
Os sentidos se perdem numa imensidão
A correria nos faz não mais dar nossas
mãos
As vidas nos levam pra estranhos
caminhos
E por fim, em meio a todos ficamos
sozinhos...
E agora sem saber, como, pois, nos
dizer:
Como o nosso coração, então, conhecer,
Como sabemos em quem poder confiar?
O mundo é um lugar onde tudo é
incerto...
Desde o passado nossa língua é
incompleta
Anunciadas são as nossas falhas
secretas
Para as perguntas não há tantas
respostas -
A verdade é uma ilusão desmedida e imposta.
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