Os nossos pais nos banharam pelos
nossos calcanhares
E aquele ponto ficou escondido
Gerando os nossos defeitos tão
escondidos de
Nossos amigos
Tão aparentes nos sonhos ingratos...
Nosso espelho é deformado,
Mas nossa vida depende de consertá-lo
Os nossos grupos da infância e as
tribos da juventude
Nos impuseram uma ditadura
Que nos fez querer ser iguais...
E de repente os cabelos crescem
E os bigodes e decotes aparecem,
Rosas perdidos na bebedeira, festança
da madrugada.
Somos adultos, hoje.
Será que somos alguém?
Se não sei quem sou, como sei pra onde
vou,
Sem mudar de ideia?
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