O fundo do poço é um buraco vazio
Onde apenas há uma leve lembrança
Dos dias felizes
Dos momentos alegres
Dos amores e dos sentimentos.
O final é um ponto no escuro
E a visão do sol e da lua
Parece apenas uma ilusão.
Lá onde o ar é pesado
Onde a poeira reina nos corações
E onde repousam os segredos,
As mágoas e medos que se imaginou.
Não há medo, pois não há esperança.
Não há dor, pois não há lembrança.
Não há futuro, pois não há passado.
Não há fuga, pois não há procurado.
Quem ousará descer até lá?
Quem ousará enfrentar os ratos
As cobras, as sombras?
Quem sonha em um dia voltar?
Nenhum comentário:
Postar um comentário