Entre
a luz e sombra, tantos segredos.
Entre
a mentira, as verdades sagradas.
Nas
mãos do tempo, somos brinquedos,
que
choram de dor, pelas madrugadas.
Entre
os tapetes, há um chão imundo.
Entre
o silêncio, há os gritos de solidão
que
soam vazios, sufocados, mudos.
Entre
fidelidade, esconde-se a traição.
Quando
a nossa vida, vira fingimento,
egoísmo
e frieza entram pela porta
e
o amor, pela janela, começa a sair.
Sei
que não quero mais viver de fingir,
pois
nossa vida já é natureza morta.
Se
há Amor, há fim a todo sofrimento.
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