Ladrões,
santos, juízes refletem-se no espelho.
Amantes
e inimigos deixam-lhe seus juízos.
Ora
sábios, ora vagos e imprecisos,
Vagamos
indecisos, ora de pé, ora de joelhos.
Pois
na vida todos os tipos, sim, conheceremos,
Pois
todos somos e, ao mesmo tempo, não
Previsíveis
e ordenados. Às vezes, a mão
Que
acaricia fere; e, pois, como saberemos?
Em
nossa própria mente tanto pensamento
-
uma hora no céu, outra nesta Terra;
Por
vezes, prisioneiros da própria liberdade.
Se
nós, homens, mudamos em cada momento
-
uma hora em paz, e outra na guerra –
Como,
pois, saber nossa própria verdade?
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