Por
que nos sentimos sozinhos, estando lado a lado?
Por
que nossas mãos estão soltas, sobre o abismo?
Por
que nossos passos se afastam, desde o raiar do sol,
Mas
juntos se encontram, ao fim de todas as noites?
Nossos
carnavais são cheios de máscaras;
Quem
sabe se há sorriso ou choro neste momento?
Por
que nossos relógios se atrasam?
Por
que tantos amantes neste mundo não casam?
Não
adianta, pois, se perder em tantas questões vazias;
De
repente, as respostas não são mais o que se sabia...
Não
adianta perder a noite pensando em outro amanhecer,
Nem
viver com medo da morte...
Não
adianta pensar em outro jeito de viver,
Se
contamos, apenas, com a pura sorte.
Lágrimas
chovem, juntas correm, espalhadas pelo chão;
Por
que não podemos nos unir em paz, então?
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