Cresce
mais uma rosa em um jardim qualquer.
Devagar,
abre as pétalas, como braços;
Espalha-se
em direção ao sol e ao céu, feliz.
Como
se buscasse olhares – de homem ou mulher? –
Cobre-se
no orvalho da manhã, e seus traços,
Ficam
cada vez mais belos. Que lindo matiz!
Mas
em alguns dias murcha mesmo tão bela...
Será
que as vaidades nos fazem ser como ela?
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